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JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail
Seg, 23 de Maio de 2016 13:57

 

 

NOTÍCIAS DE MAIO


Dia 31 - FESTA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DE LOURDES EM ENCRUZILHADA

No mês de maio, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Encruzilhada (BA), desta Arquidiocese, celebra a festa de sua excelsa Padroeira. Este ano, no contexto do Ano Santo da Misericórdia, a festa foi motivada pelo tema geral: “Casa Comum, Nossa Responsabilidade. Cuidar da Vida é nossa Missão”, inspirando-se, como marco referencial, no objetivo geral do Plano Arquidiocesano de Pastoral: “Evangelizar a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”. Com este fio condutor, a Paróquia tomou a grande iniciativa de preparar-se para a festa de sua Padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, convocando todos os fiéis paroquianos a uma caminhada missionária, realizada no último dia 15, em visita a todos os lares das comunidades rurais e urbanas, em atenção aos apelos do Papa Francisco: “Igreja em saída ao encontro dos afastados, dos pobres e excluídos, formando discípulos missionários para testemunhar o Evangelho a serviço do Reino de vida plena para todos”. Na terça-feira (31), festa litúrgica da Visitação de Nossa Senhora, que marca o encerramento do mês Mariano, o Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Missa Solene em louvor a Nossa Senhora de Lourdes, este dia festivo a ela dedicado pelos encruzilhadenses. Dentro da proposta do tema geral da festa e dos elementos motivadores, o Arcebispo destacou em sua homilia que a Igreja, próprio pela sua condição de ser Igreja, tem a missão misericordiosa de “cuidar de nossa casa comum”, não fazendo uso irresponsável dos bens que o Criador e Senhor colocou em suas mãos. Lembrou, então, que o projeto do Criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado, fazendo referência a dois gritos que geram a preocupação pela ecologia: o grito dos pobres, os que mais sofrem e são ameaçados, e o grito da Terra que geme pela exploração e consequente destruição. Dom Luís também se referiu a um tema muito caro ao Papa Francisco: a “conversão ecológica”, que implica responsabilidade, encontro e diálogo, traduzido como uma efetiva mudança do modo de pensar, de ser e de agir de todas as pessoas no mundo de hoje, diante de tudo aquilo que o Criador colocou nas mãos de suas criaturas a fim de que administrassem com sabedoria. Referindo-se à Festa da Visitação de Nossa Senhora, lembrou que Maria foi motivada por uma atitude de caridade feita disponibilidade e discrição e que, com Isabel, acolhe em sua vida a ação de Deus. Dom Luís lembrou também que para acolher, é preciso sair de si próprio e este é, mais que um convite, o grande apelo para a Igreja de hoje: ser uma Igreja em “saída”, uma Igreja que, saindo de si mesma, vai ao encontro e acolhe os outros. A Missa foi concelebrada pelo Pároco Padre Vasco, contando com a presença de uma grande multidão de fiéis e devotos de Nossa Senhora de Lourdes, que, como peregrinos no meio das lutas e tribulações da vida, foram invocar a maternal proteção e consolação da Virgem Maria para todos. Após a Santa Missa, aconteceu a Procissão pelas ruas da Cidade com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

 

Dia 29 - DOM LUÍS CELEBRA NO ENCERRAMENTO DA FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ


A Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz e São Vicente de Paulo, depois de um novenário muito intenso de preparação, celebrou neste domingo (29), a festa de Nossa Senhora da Paz, contando com a presença e participação de um grande número de fiéis. Dom Luís presidiu a Celebração Eucarística, que aconteceu após a procissão da Imagem de Nossa Senhora Rainha da Paz pelas imediações da Igreja Matriz. O pároco Padre Valmir concelebrou a Santa Missa com o Arcebispo. Foi uma celebração muito bonita, com uma liturgia bem preparada, contando com a participação dos diversos grupos de pastorais e movimentos da Paróquia e a presença animadora das Comunidades Rurais. Dom Luís saudou a todos os presentes, falando de sua grande alegria em encontrar-se ali com a Comunidade de Nossa Senhora Rainha da Paz neste tempo privilegiado da Paróquia para a festa de sua Padroeira. Este momento celebrativo, sublinhou o Arcebispo, reunidos em oração e em ação de graças ao Deus da vida, fonte de misericórdia, constitui um tempo muito propício para uma interiorização, onde todos são convidados a refletir sobre a própria caminhada comprometida com a construção do Reino de Deus através da vivência e do engajamento na vida da paróquia em comunhão com toda a Igreja. Lembrou Dom Luís que o tema norteador da festa da Padroeira está em sintonia com a proposta do Papa Francisco no contexto do Ano Santo da Misericórdia: “Missionários da Misericórdia”. Em sua homilia, o Arcebispo lembrou o exemplo de Maria, imagem e modelo da Igreja missionária, Igreja em saída. Maria, pela anunciação do Anjo Gabriel, recebeu o dom mais precioso de Deus: ser Mãe do Verbo Encarnado. O primeiro gesto do seu “Sim” ao Pai foi colocar-se a caminho para servir e levar Jesus. Maria, no Magnificat, exulta de alegria e proclama a grandeza de Deus, de sua bondade e misericórdia que atua e se revela na história do mundo, a todos, particularmente, aos últimos, os pobres e pequenos, os humildes, humilhados e oprimidos. No Magnificat, Maria experimenta, canta e revela o amor fiel e misericordioso de Deus que se estende de geração em geração. A exemplo de Maria, a Igreja deve ser “missionária da misericórdia”, ou seja, deve anunciar a alegria e o perdão misericordioso do Pai, levando Jesus aos corações da humanidade. Dom Luís, ao concluir sua homilia, exortou todos os fiéis e devotos de Nossa Senhora Rainha da Paz que aprendam com Maria a participar no amor compassivo e misericordioso de Jesus pela humanidade ferida. “Nunca nos cansemos de oferecer misericórdia”: estas foram as palavras finais do Arcebispo, pedindo também que Maria possa visitar a todos com o seu amor materno, levando-lhes esperança e consolação. No final da celebração, Dom Luís foi saudado carinhosamente por muitos fiéis, que lhe foram ao encontro e lhe dirigiram uma palavra amiga, um aperto de mão e um abraço, invocando-lhe também a sua bênção.

Dia 26 - SOLENIDADE DE “CORPUS CHRISTI” EM VITÓRIA DA CONQUISTA




Na tarde desta quinta-feira (26), Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, milhares de fiéis católicos, aproximadamente cinco mil pessoas, procedentes das 10 paróquias da Cidade de Conquista, que compõem o Vicariato São Lucas, lotaram os espaços do Ginásio de Esportes Raul Ferraz para a Solene Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu e concelebrada pelos diversos padres do Vicariato. Participaram da Celebração Eucarística e exerceram sua diaconia os Diáconos Permanentes da Cidade de Conquista. Estavam presentes também as religiosas, os seminaristas, muitos coroinhas e os ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. A liturgia da solenidade de “Corpus Christi” tem a centralidade em Jesus que a todos se dá como alimento na Eucaristia, memorial vivo do Sacrifício Redentor, exigindo a adesão à sua Pessoa a quem o quiser seguir como discípulo missionário. Dom Luís, na homilia, lembrou que a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo faz eco à celebração da Quinta-feira Santa, recordando a última Ceia, ao mesmo tempo que coloca todos os cristãos em profunda sintonia com o mistério da Páscoa do Senhor. Sublinhou que neste Ano Santo da Misericórdia, o Sacramento da Eucaristia assume especial relevo como “ápice e fonte”da vida cristã, pois a Ceia Eucarística é uma forma especial de “ação de graças” pelo dom inefável de Jesus Cristo, que oferece a vida por amor a toda a humanidade, o amor misericordioso de Deus em Jesus Cristo. A solenidade deste dia leva cada cristão a experimentar, de forma mística e concreta, este mistério da entrega do Senhor Jesus. Dom Luís também destacou a importância de cada cristão, ao celebrar a Eucaristia, atualizar os gestos de amor oblativo em favor da vida de todas as pessoas, sendo alimento para a vida do mundo através do amor fraterno, da partilha solidária, sempre movido pela misericórdia e sentindo no fundo do coração uma intensa compaixão pelos que se encontram caídos, cansados e abatidos à margem do caminho. Dom Luís concluiu sua homilia convidando a todos os presentes a assumir, ao longo deste Ano da Misericórdia, o compromisso de partilhar o pão da vida diária. No final da celebração, após a distribuição da Sagrada Comunhão aos fiéis e proclamada a Oração depois da Comunhão, foi o momento de preparação para a Procissão do Santíssimo Sacramento. Dom Luís motivou a multidão para este momento significativo, destacando que a Procissão lembra a caminhada do povo de Deus, povo peregrino, em busca da Terra Prometida. Se, na travessia do deserto, esse povo foi alimentado com o maná descido do céu, hoje, o alimento é o próprio Corpo de Cristo. Solenemente, o Arcebispo tomou em suas mãos o Hostensório, dirigindo-se para os espaços externos do Ginásio de Esporte, dando início à Procissão com o Santíssimo Sacramento, que abençoava a Cidade de Conquista. A Procissão, acompanhada pela grande multidão, que, piedosamente, cantava e rezava, percorreu as principais ruas da Cidade em direção à Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. Já no início da noite, chegando à praça da Catedral, das escadarias da suntuosa Igreja Mãe, Dom Luís concluiu a celebração com a solene bênção do Santíssimo. A Celebração foi muito bonita, constituindo-se em uma grande demonstração pública da fé católica do povo conquistense.

 

Dia 22 - PASTORAL DA CRIANÇA CELEBRA 22 ANOS EM CÂNDIDO SALES


A Pastoral da Criança fundada no dia 1º de maio de 1994 na Paróquia de Cândido Sales, Arquidiocese de Vitória da Conquista, celebrou neste dia 22 o seu Vigésimo Segundo aniversário. A Irmã Conceição Cantão, Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral, participou da celebração. Nestes dias ela visitou também a Pastoral da Criança em Lindo Horizonte, Paróquia de Anagé, implantada há 2 anos. A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da CNBB, que alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o "desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político" (Estatuto Art 2º). Trabalha-se por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento" (Cf. Is 65,16). A missão da Pastoral da Criança é promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, desde o ventre materno até os seis anos, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação.

 

 

Dia 22 - CRISMA NA PARÓQUIA DE GUADALUPE EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Na noite deste domingo (22), Solenidade da Santíssima Trindade, Dom Luís Pepeu celebrou a Solene Eucaristia na Igreja Matriz da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, Conquista, na qual conferiu o sacramento da crisma a mais de 100 jovens da Comunidade Paroquial. Ao chegar na Igreja, o Arcebispo foi calorosamente acolhido pelo pároco Pe. Bebeto, pelos catequistas, equipes de pastoral e outras pessoas da Comunidade. Na ocasião, Dom Luís saudou a todos da comunidade e aproveitou para agradecer o gesto de carinho com que recebido. Na homilia, destacou a importância da Solenidade da Santíssima Trindade, que pretende ser para a comunidade momento privilegiado e oportuno para contemplar o Deus que é amor e, constantemente, convida o ser humano a participar da comunhão deste mistério de amor. Passando pela primeira leitura, enfatizou que o texto propõe ao ser humano a contemplação do Deus criador e reflete sobre a origem da sabedoria e a sua função no plano de Deus. Esta sabedoria tem origem em Deus, com quem está em íntima relação, e se destina aos homens e mulheres, pondo-os em relação e em contato com Deus. Na segunda leitura, o ouvinte é convidado a contemplar Deus que, por seu amor e pela sua misericórdia, justifica o ser humano, de modo totalmente gratuito e incondicional, por mediação do Filho. E pelo Espírito Santo, o amor de Deus é derramado abundantemente no coração humano. O Evangelho é, igualmente, um convite para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua presente na caminhada da Igreja e da história através do Espírito. Dom Luís sublinhou que, na Solenidade da Santíssima Trindade, a Comunidade Cristã é convidada a contemplar o amor de um Deus que nunca desistiu do ser humano e que sempre buscou meios de vir ao seu encontro. No contexto da celebração do Ano da Misericórdia, Dom Luís, fazendo suas as palavras do Papa Francisco, ressaltou que “o nome de Deus é misericórdia” e “misericórdia é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade”. Concluindo suas reflexões, Dom Luís dirigiu-se aos mais de 100 jovens crismandos, lembrando-lhes que a Crisma, ou o Sacramento da Confirmação, deve significar na vida do jovem a maturidade de sua vivência cristã de fé, uma fé vivenciada na própria comunidade. Daí, emerge o compromisso do crismado no engajamento da ação evangelizadora da Igreja. Aquele que é confirmado na fé pelo Sacramento da Crisma deve ser responsável e comprometer-se com uma Igreja Discípula e Missionária, uma Igreja Misericordiosa e Profética. No final da Celebração Eucarística, toda a Comunidade Paroquial manifestou grande alegria pelos jovens crismados e também pela oportunidade da presença de seu Pastor em seu meio. Uma grande multidão que se comprimia, participou com muito entusiasmo e piedade da Santa Missa. Foi um momento de graças e bênçãos de Deus na vida daquela Comunidade Paroquial.

 

Dia 21 - DOM LUÍS PEPEU CELEBRA ENCERRAMENTO DO NOVENÁRIO DE SANTA RITA EM ITABUNA


Neste sábado (21), às 19h30min, na Paróquia Santa Rita de Cássia, Frades Capuchinhos, Diocese de Itabuna (BA), Dom Luís, a convite do Pároco Fr. Genilton, presidiu a Solene Celebração Eucarística na última noite do Novenário em preparação para a Festa da padroeira Santa Rita. Partindo do contexto da celebração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, a reflexão de Dom Luís foi norteada pela temática: “Santa Rita, Modelo de Misericórdia”. Esta meditação, nas palavras de Dom Luís, sem grandes pretensões, quer ser uma motivação aos fiéis e devotos de Santa Rita na busca constante de vivenciar o presente Jubileu através da observância e da prática das obras espirituais e corporais de misericórdia. Dom Luís, citando uma passagem do Evangelho onde Jesus afirma: “Todas as vezes que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes”, destacou que as obras de misericórdia são exigências da caridade e do amor misericordioso, e que cada um será julgado pelas obras de misericórdia praticadas, ou deixadas de praticar. Referindo-se à vida de Santa Rita de Cássia, mencionou algumas de suas grandes virtudes: uma vida de piedade, demonstrando desde pequena uma grande devoção a Nossa Senhora e a Jesus Crucificado;  uma vida pautada pela total obediência, mesmo quando esta se opunha ao chamado religioso que sentia em sua alma desde cedo; uma vida marcada pela extrema paciência, em espírito de oração e de grandes sacrifícios, diante das asperezas e dissabores que a vida conjugal lhe proporcionava; uma vida atenta ao Evangelho. Dom Luís lembrou muito bem que em Santa Rita, pode-se encontrar o exemplo para as mães que querem construir o seu lar à luz da Palavra, aquecido com o fogo abrasador do Espírito Santo. Santa Rita, continua Dom Luís, encontrando-se sozinha no mundo, experimenta a noite escura tão peculiar aos santos. No entanto, tomada pela determinação e pelo espírito de obediência, foi capaz de reerguer-se do leito do desânimo e por-se a caminho, entregando-se totalmente a Deus e dedicando-se com mais intensidade e liberdade de espírito aos enfermos e aos pobres e necessitados. Como a parábola do Bom Samaritano, Santa Rita foi ao encontro dos pobres e enfermos, cuida dos feridos, dos caídos e enfraquecidos. Acolhida na Ordem Agostiniana, torna-se um modelo de humildade, na prática da caridade e na alegria de estar fazendo a vontade de Deus. No auge da contemplação, tendo amado até as últimas consequências o Divino Esposo, dele recebe o dom mais precioso, sinal do espinho em sua fronte como prova de sua participação na Paixão de Cristo. A Celebração Eucarística foi concelebrada pelo Pároco Fr. Genilton e contou com a presença dos demais membros da Fraternidade local. Uma grande multidão de fiéis participou desta última noite do novenário. Dom Luís Pepeu foi muito bem acolhido, tanto pelos frades, como também pelo povo em geral. Ele voltou para sua Sede Episcopal muito contente pela receptividade dos itabunenses.

 

Dias 20 a 22 - PRIMEIRO ENCONTRO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA ESTADUAL EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Neste final de semana, em Vitória da Conquista, mais de 100 jovens de 11 Dioceses da Bahia participaram do 1º Encontro Estadual da Juventude Missionária. No sábado, pela manhã, o grupo foi saudado pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu. A Juventude Missionária animada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) é um setor da Pontifícia Obra da Propagação da Fé, Obra fundada por uma leiga, Paulina Maria Jaricot (1799-1822), em 3 de maio de 1822, em Lyon (França). No Brasil existem outros grupos de Juventude Missionária que não estão vinculados às POM, que são acompanhados por movimentos, congregações religiosas, etc., possuindo, portanto, outra orientação e metodologia. Do encontro em Vitória da Conquista participaram representantes das Dioceses de Alagoinhas, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Caetité, Camaçari, Eunápolis, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Serrinha e Arquidiocese de Vitória da Conquista. Também participaram algumas religiosas, o Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé - Guilherme Cavalli, o Coordenador Estadual, Daniel Bittencourt e alguns padres, a exemplo do Coordenador do Comire-NE3 - Padre Antônio Niemec (Salvador); do Referencial da JM Estadual - Padre Irineu Meira (Vitória da Conquista); Padre Hélio (Caetité); Padre Alexandre e Padre  Martins (Serrinha).

Dias 17 a 19 - ATUALIZAÇÃO DO CLERO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Nos dias 17 a 19, no Convento dos Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista - BA, aconteceu a Atualização do Clero 2016 da Arquidiocese de Conquista, tendo por tema: “Instrução Geral do Missal Romano”. Participaram deste encontro de formação permanente os sacerdotes e diáconos permanentes. O Arcebispo, Dom Luís Pepeu, conduziu os trabalhos. O objetivo foi fazer um amplo estudo na área da Liturgia, tendo como instrumento de trabalho o texto oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em sua 3ª. edição típica: Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário. A formação privilegiou o aspecto da celebração da Eucaristia em seus mínimos detalhes.

Dia 14 - APRESENTAÇÃO DO BISPO COADJUTOR DA DIOCESE DE JUAZEIRO - BAHIA


Aconteceu na noite deste sábado (14), na Diocese de Juazeiro (BA), véspera da Solenidade de Pentecostes, a Cerimônia de Apresentação do seu Bispo Coadjutor Dom Carlos Alberto Breis, OFM. A celebração da Santa Missa começou às 19h30min. Os celebrantes, bispos e padres, reuniram-se na nova Residência Episcopal, inaugurada na tarde do sábado por Dom Beto, onde se paramentaram, saindo em procissão em direção à Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas. A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Feira de Santana Dom Zanoni Demettino e concelebrada por Dom Geraldo, Bispo Diocesano de Juazeiro, e por outros bispos do Regional NE-3 da CNBB, entre os quais, Dom Luís Pepeu, Arcebispo de Vitória da Conquista. Concelebraram com os bispos muitos padres, tanto membros do Clero local, como também padres vindos de outras regiões e confrades franciscanos de Dom Beto. A celebração aconteceu na praça da Catedral, contando com representantes dos diversos grupos pastorais e movimentos da Diocese e uma grande multidão de fiéis católicos, que ocuparam todos os espaços da praça à frente da Igreja Catedral-Santuário. Dom Luís Pepeu, em um belo gesto fraterno e em sinal de comunhão episcopal, participou da Celebração de Apresentação. Voltou da cerimônia radiante de alegria e cheio de entusiasmo pelo irmão e novo membro do Episcopado do Regional NE-3. Em seus comentários, não deixou de tecer elogios pela bela e grandiosa receptividade do povo católico ao seu Bispo Coadjutor.

Dia 13 - FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM CONQUISTA


O Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Solene Celebração Eucarística de Encerramento da Festa de Nossa Senhora de Fátima, Excelsa Padroeira da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista. A festa deste ano, em comunhão com a Igreja de todo o mundo, no contexto da celebração do jubileu extraordinário do Ano Santo da Misericórdia, foi preparada por um animado trezenário, tendo por tema central: “Com Maria, sigamos Jesus, o Rosto da Misericórdia do Pai”. Em suas palavras, o Arcebispo salientou que este tema norteador de toda a trezena e do dia festivo quer ser uma constante motivação aos devotos da Virgem de Fátima e de todos os fiéis católicos para a vivência mais concreta do Jubileu da Misericórdia, através da observância das obras de misericórdia no espírito das bem-aventuranças no quotidiano da vida. Em suas palavras iniciais, Dom Luís dirigiu uma saudação fraterna a Frei Gilson, Pároco de Nossa Senhora de Fátima, a Frei Liomar, Provincial dos Frades Capuchinhos da Província Bahia e Sergipe, a Frei Geraldo, Guardião da Fraternidade Nossa Senhora de Fátima, e aos demais concelebrantes e também aos religiosos e religiosas presentes, formandos, seminaristas, vocacionados, coroinhas e ministros, à Comissão de Festa e às Comunidades rurais e urbanas da Paróquia. Na sua homilia, Dom Luís destacou a importância da festa da Padroeira como um tempo propício de interiorização e muito oportuno para uma avaliação e renovação do compromisso da Comunidade em vivenciar a sua vocação de Igreja Discípula, Missionária, Misericordiosa e Profética. Destacou o grande acontecimento das aparições da Virgem Maria em Fátima como sinal de paz e uma luz de esperança para um mundo que vivia uma situação trágica, ameaçado pela fatalidade do mal, por guerras, pelo ódio e divisões, pela falta de fé, pela apatia e pelo indiferentismo religioso, um mundo ameaçado pelo egoísmo e autossuficiência. Afirmou também que Fátima se apresenta como uma palavra profética e uma intervenção divina na história da humanidade mediante o rosto materno de Maria, Mãe de ternura e de misericórdia. No final de sua homilia, exortou os fiéis e devotos a viverem, segundo o exemplo da Virgem Maria, o amor compassivo e misericordioso de Jesus, sempre solidários ao sofrimento do outro, realizando as obras de misericórdia e promovendo a justiça e a paz nas comunidades, na sociedade e no mundo inteiro. A celebração eucarística aconteceu no grande pátio à frente da Igreja com a presença de uma grande multidão de fiéis. Por falta de espaço, muitas pessoas participaram da missa do lado de fora, na circunvizinhança do pátio. Após a Santa Missa, o povo saiu em procissão, conduzindo o andor de Nossa Senhora de Fátima. Foi uma brilhante festa.

Dia 8 - SOLENIDADE DA ASCENÇÃO DO SENHOR


Na noite deste domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. A Igreja estava repleta: uma grande multidão estava presente na celebração. Na saudação inicial, Dom Luís dirigiu uma palavra às mães pela comemoração do seu dia, 2º. domingo de maio. Na homilia, enfatizou o sentido da solenidade da Ascenção do Senhor, lembrando que, no final de um caminho realizado no amor e na doação, está a vida em comunhão com Deus, a vida definitiva. A celebração recorda aos cristãos que, tendo Jesus sido elevado para junto do Pai, encarrega a comunidade dos seguidores de continuar realizando o projeto libertador de Deus no mundo de hoje, como novos discípulos missionários. A força para este testemunho será dada pelo Espírito que vai ser enviado pelo Pai e pelo Filho e derramado sobre a comunidade fiel. A Ascenção de Jesus sugere que a comunidade deve assumir com responsabilidade a missão de construir o mundo onde habita a justiça e a paz, o novo céu e a nova terra. Concluindo sua homilia, dirigiu uma prece de ação de graças ao Senhor por todas as mães, neste seu dia, invocando a intercessão e a proteção de Maria, intitulada na Arquidiocese Nossa Senhora das Vitórias, sobre todas as mães. No final da celebração, as mães foram homenageadas calorosamente. Dom Luís, ao saudar cada mãe que vinha a seu encontro e as demais pessoas, recebeu também carinhosos cumprimentos de felicitações pela sua mãe.

Dia 8 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO, EM POÇÕES


Na manhã deste Domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, dentro da programação do novenário em preparação para a Festa do Padroeiro, a Paróquia do Divino Espírito Santo, em Poções, acolheu o Arcebispo, que presidiu a Santa Missa, na qual administrou o Sacramento da Crisma. Eram em torno de 100 jovens, devidamente preparados, provenientes das diversas Comunidades Rurais da Paróquia. A Missa foi celebrada na Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e contou com a presença do seu Pároco, o Mons. Carvalho, que concelebrou com o Arcebispo. A festa do Divino Espírito Santo deste ano, celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia, está sendo norteada pelo tema central: “A Sabedoria que vem do Alto é cheia de misericórdia”. Este tema quer ser um convite a todos, especialmente aos jovens crismandos, a tornarem-se misericordiosos como o Pai. Dom Luís lembrou que a misericórdia é um dos temas mais fortes da doutrina cristã, visto que a salvação de um pecador é um ato da infinita misericórdia de Deus em favor da humanidade. Citando São Tiago, o Arcebispo destacou que a sabedoria que vem do alto é cheia de misericórdia. Além do mais, segundo Jesus Cristo, a virtude da misericórdia deve estar presente em seus seguidores, pois são os misericordiosos que alcançarão a misericórdia divina. Trata-se de um convite aos cristãos de todos os tempos a viverem de acordo com a “sabedoria de Deus”, pois somente ela pode conduzir o ser humano ao encontro da vida plena. Após uma breve explicitação sobre os textos das leituras da liturgia do dia, Solenidade da Ascensão do Senhor, Dom Luís dirigiu uma mensagem aos jovens crismandos, recordando-lhes que, pelo dom do Espírito Santo que eles receberão através do Sacramento da Confirmação, serão marcados com um sinal espiritual e se tornarão mais conformes com Cristo e mais perfeitamente membros da Igre4ja. Sendo marcados na fronte com o sinal da Cruz de Cristo, deverão ser testemunhas da sua paixão e ressurreição, fazendo com que suas vidas difundam por toda parte o bom odor de Cristo. Por fim, exortou os jovens a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se, pela força e pela ação do Espírito Santo, ao serviço de todas as pessoas, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo não para ser servido, mas para servir. Neste sentido, ressaltou o Arcebispo, é importante que o jovem assuma o compromisso de engajar-se nos diversos serviços e ministérios da Comunidade Eclesial e na ação pastoral e evangelizadora da Igreja. O Sacramento da Crisma é considerado o sacramento da maturidade cristã, pois implica um seguimento radical e comprometido com a missão de Jesus Cristo na doação total à causa do Reino de Deus. No final da celebração, a Assembleia cumprimentou os jovens crismados, que demonstravam grande euforia. Muitos dos presentes também aproveitaram este momento oportuno para uma saudação ao seu Pastor.

Dia 4 - REUNIÃO DO CONSELHO PRESBITERAL


Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido neste dia 4 de maio, nos espaços da Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Candeias, o Conselho Presbiteral da Arquidiocese para tratar de assuntos inerentes à vida e à caminhada eclesial da própria Arquidiocese. O Plano Pastoral Arquidiocesano é sempre retomado nessas reuniões como referência para a ação evangelizadora na Arquidiocese. A reunião teve início com um momento de oração com a invocação ao Espírito Santo, seguido de um momento de reflexão e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Após a leitura da Ata anterior prosseguiu-se com os trabalhos. Dentre outros assuntos da pauta tratou-se da peregrinação com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião dos 300 anos da aparição da imagem; incentivo ao apostolado da OVS; pedidos de ordenação diaconal; Ano da Misericórdia; e orientações da Província Eclesiástica ao Povo de Deus para as eleições 2016. Na parte da tarde, terminada a reunião do Conselho Presbiteral, o Arcebispo reuniu-se com os Vigários Regionais.



Dia 1º. - FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO, PADROEIRO DA COMUNIDADE DE CAMPINHOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Neste domingo, 1º. de Maio, Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia da Festa em louvor e honra a São José Operário, excelso padroeiro da Comunidade de Campinhos, Paróquia de Santa Terezinha, em Vitória da Conquista. Dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, a celebração do dia festivo em louvor a São José foi norteada pelo tema: “São José, operário justo revestido da Misericórdia do Pai”.  O Arcebispo, em sua homilia, lembrou que a festa de São José Operário foi instituída no ano de 1955, pelo Papa Pio XII, fazendo-a coincidir com a “festa do trabalho”, conferindo, assim, a esta, uma dimensão cristã. Desta forma, acentuou o Arcrebispo, o Papa Pio XII, através da festa litúrgica, quis oferecer aos trabalhadores cristãos um modelo e um protetor. O humilde carpinteiro de Nazaré é exemplo para a meditação da nobreza do trabalho e muito pode ensinar aos outros trabalhadores a dignidade do trabalho, esta grande virtude que transforma a natureza e realiza o homem que, com seu próprio trabalho, tira o sustento necessário da família. Dom Luís também recordou que, em São José, Padroeiro da Igreja Católica, os trabalhadores de fé podem depositar a certeza de contar com a constante proteção. A missa foi concelebrada pelo Pároco Pe. Black e contou com a presença e participação de uma grande multidão da Comunidade de Campinhos e de comunidades circunvizinhas. Muitos fiéis e devotos de São José foram agradecer os inúmeros benefícios recebidos e pedir sua proteção para todos os trabalhadores, nestes tempos tão difíceis, marcados por tantas crises e pelo desemprego. Terminada a Missa, muitas pessoas foram ao encontro do Arcebispo para saudá-lo em demonstração de grande alegria pela presença do Pastor em seu meio e como um gesto de carinho e de acolhida.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail
Sáb, 23 de Abril de 2016 00:35

 

NOTÍCIAS DE ABRIL - 2016

Dia 30 - REUNIÃO DO CONSELHO PASTORAL ARQUIDIOCESANO

Na manhã deste sábado (30), no salão Dom Climério da Igreja Catedral em Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu presidiu a reunião do Conselho Pastoral Arquidiocesano (CPA). Este Conselho Pastoral, de natureza consultiva, reúne-se duas vezes por ano e, em comunhão com o Arcebispo, tem a competência de planejar e avaliar as atividades pastorais em nível arquidiocesano e propor pistas que julgue conveniente ao bom desenvolvimento da ação evangelizadora da Arquidiocese. Além do Arcebispo, participam como membros efetivos deste Conselho o Vigário Geral, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e os Vigários Regionais. Os demais membros integrantes deste Conselho Pastoral são eleitos como representantes dos Movimentos e dos diversos seguimentos da Pastoral Arquidiocesana, além de contar com a indicação de dois representantes por Vicariato. No horário proposto (8h30min), o Coordenador de Pastoral, Diácono Luciano, convidou a Assembleia para a oração de abertura da reunião. Esta oração, dirigida pelo Coordenador de Pastoral, teve como fonte de inspiração o tema do Ano Santo da Misericórdia. Após a oração, o Arcebispo fez a abertura da reunião, com a saudação e acolhida de boas-vindas aos participantes, lembrando, em seguida, a fundamental importância do encontro para a pastoral e a ação evangelizadora da Igreja Local em comunhão com toda a Igreja. O encontro do CPA, afirmou o Arcebispo, é um momento privilegiado e muito importante de animação da caminhada da Igreja Local, pois visa promover o diálogo e a participação de todos os fiéis representados pelos membros indicados pela Assembleia Arquidiocesana. Após a saudação do Arcebispo, o Coordenador de Pastoral deu prosseguimento aos trabalhos da pauta proposta, fazendo uma memória do Plano de Pastoral 2016, aprovado pela última Assembleia Arquidiocesana, com uma breve apresentação das propostas para este ano, levando em consideração o compromisso, o objetivo geral e as urgências, segundo a metodologia utilizada para a operacionalização das propostas. Após a apresentação do Diácono Luciano, o Pe. Irineu, referencial da Ação e Animação Missionária, fez uma suscinta apresentação do tema “Igreja em Estado Permanente de Missão”. Pe. Irineu falou aos presentes que a Igreja é essencialmente missionária. Por esta vocação, a Igreja está diante da urgência de pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização desta consciência missionária, que deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo atuante, impulsionador e defensor. A vocação missionária da Igreja interpela o discípulo a sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades, dos povos, ser uma “Igreja em saída” ao encontro daqueles que estão perdidos nas periferias geográficas e existenciais. A esta altura, o Arcebispo, reforçando as palavras de Pe. Irineu, fez uma eloquente intervenção, lembrando que Jesus Cristo, o grande missionário do Pai, envia seus discípulos em constante atitude de missão. Esta atitude missionária não se trata de “um algo mais” a ser acrescentado a outros serviços ou atividades, mas de dar a tudo que se faz um sentido missionário. Lembrou ainda que todos os cristãos, pelo batismo, estão comprometidos com a ação evangelizadora da Igreja e, por isso mesmo, devem estar em estado permanente de missão, anunciando Jesus Cristo não necessariamente por palavras, mas, sobretudo, pelo próprio testemunho, por uma atitude de constante conversão. No momento seguinte, Dom Luís fez uma breve síntese da 54ª. Assembleia Geral da CNBB, lembrando o tema central: “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”. Dom Luís destacou que a Assembleia, em seus trabalhos de estudo e de reflexão, procurou pontualizar a grande importância do leigo, sobre o seu papel preponderante na Igreja e na sociedade, e a grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Dando prosseguimento à sua apresentação, o Arcebispo também fez referência às orientações pastorais da Arquidiocese. Neste sentido, ressaltou que o Plano Arquidiocesano de Pastoral deve ser concebido como um “livro de cabeceira”, do qual não se deve separar nunca, estando, assim, sempre à mão para as necessárias consultas. O Plano de Pastoral, qual bússola que indica o caminho a seguir, vai dar orientações básicas sobre o trabalho pastoral e a ação missionária. Dom Luís lembrou que estas orientações são proposições da base, das comunidades, trabalhadas nos Conselhos de Comunidade e Paroquiais, e assumidas para o quadriênio pela Assembleia Arquidiocesana de Pastoral. Após as colocações de Dom Luís, e feitos alguns informes, o Arcebispo deu por encerrada a reunião, convocando os presentes a rezarem a Oração do Ano Jubilar, concluindo com sua Bênção.

 

Dia 20 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EM VILA DO CAFÉ

Nesta quarta-feira (20), Dom Luís Pepeu, acompanhado de Frei Orlando, OFMCap. foi à Paróquia São João Batista, em Ribeirão do Largo, para presidir uma Celebração Eucarística por ocasião da Crisma para um grupo de 30 crismandos. A celebração aconteceu na Comunidade Nossa Senhora Aparecida em Vila do Café. Era noite. A capela da Comunidade estava em festa. Jovens, crianças, adultos, pessoas de todas as idades se reuniram em grande demonstração de fé. O recinto da celebração tornou-se muito pequeno para acolher a multidão de fiéis, muitos dos quais ocuparam os espaços externos circunvizinhos à capela. O Arcebispo foi recebido com uma grande demonstração de alegria e de carinho. A liturgia foi preparada pela própria comunidade da Vila do Café, seguindo a proposta da Missa da Confirmação. No início da celebração, Dom Luís dirigiu uma saudação a todos, externando seus sentimentos de alegria e de júbilo por estar ali para celebrar a Eucaristia com a comunidade. Dirigiu uma saudação aos líderes da comunidade, aos catequistas e às famílias dos crismandos. Saudou, enfim, os jovens crismandos, lembrando-lhes que, pelo sacramento da Crisma, com a imposição das mãos do Bispo e a unção real com o óleo do Crisma, eles serão confirmados com o selo do Espírito Santo. Na homilia, Dom Luís destacou a importância da presença do Espírito Santo na vida da Igreja como sinal da presença do amor de Deus. Referindo-se ao Sacramento da Crisma, destacou que por meio deste, o jovem, revestido da força vivificadora do Espírito, é consagrado para uma missão: a missão de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir e dá sua vida por todos. Com estas motivações, Dom Luís lembra aos crismandos a importância de eles, como pedras vivas, se engajarem na comunidade eclesial e se comprometerem com a missão evangelizadora e missionária da Igreja, assumindo com maturidade os diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Terminada a Celebração Eucarística, todos, em clima festivo, trocaram os cumprimentos com os abraços e as saudações habituais. Foi uma explosão de alegria muito contagiante.

 

Dia 19 - REUNIÃO DO COLÉGIO DOS CONSULTORES

Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido na manhã de hoje (19), na residência episcopal, o Colégio dos Consultores da Arquidiocese de Vitória da Conquista. Após a invocação ao Divino Espírito Santo foi feita uma leitura e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Dentre os diversos assuntos da pauta, tratou-se do futuro Centro Pastoral Arquidiocesano, a situação de alguns imóveis, além da avaliação de alguns pedidos para reformas e conservação em algumas paróquias. A reunião foi encerrada com uma oração e invocação da proteção de Nossa Senhora das Vitórias.

 

Dia 18 - FACULDADE DOM PEDRO II EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Representantes da Faculdade Dom Pedro II, de Salvador, têm visitado Vitória da Conquista, no intuito de implantar novos cursos superiores no Sudoeste baiano. Neste dia 18, a professora Terezinha Mendonça, diretora acadêmica, encontrou-se com o arcebispo Dom Luís Pepeu, com quem tratou do assunto. Também participaram da reunião o Mons. Uilton Pereira e o Pe. Alessandro Cardoso.


Dia 17 - DOM LUÍS CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DE APARECIDA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Na tarde deste domingo (17), 4º. Domingo do Tempo da Páscoa, também conhecido como o “Domingo do Bom Pastor”, Dom Luís celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Conquista, confiada aos Padres Vocacionistas. Na ocasião, o Arcebispo também crismou um grupo de aproximadamente 60 jovens da Paróquia. Na celebração, Dom Luís destacou que este domingo, o Domingo do Bom Pastor, é o dia mundial de oração pelas vocações e, por meio da Eucaristia, todos são chamados a celebrar em comunhão com o bispo de Roma, o Papa Francisco, e com todos os vocacionados. Lembrando o convite do Papa Francisco para que todos rezassem neste dia pelas vocações, ressaltou que a vocação cristã, bem como as vocações particulares, são dons da misericórdia divina e que a Igreja é a casa da misericórdia e terra onde a vocação germina, cresce e dá fruto. Na sua homilia, Dom Luís ressaltou que o 4º. Domingo da Páscoa ficou conhecido como o “Domingo do Bom Pastor” em razão de a Liturgia da Palavra propor em todos os anos um trecho do capítulo 10 do Evangelho de São João, onde Jesus é apresentado como Bom Pastor porque, diferentemente dos líderes de seu tempo, ele dá sua vida em favor da humanidade. Este é o sentido mais profundo da missão e da obra de Jesus: a vida plena das pessoas. Refletindo sobre a 1ª. leitura da liturgia deste domingo, Dom Luís ressaltou que a proposta de Jesus Cristo, o Bom Pastor, é aberta a todos, é uma proposta universal. No entanto, a leitura mostra duas atitudes opostas. A primeira atitude refere-se às ovelhas cheias de autossuficiência, instaladas em suas verdades, fechadas em seu mundo. A segunda atitude, ao contrário, refere-se às ovelhas sempre atentas à voz do Pastor, as ovelhas que se deixam desafiar pela proposta de Jesus, acolhendo-o com simplicidade, alegria e entusiasmo, seguindo o caminho que conduz à vida nova. Continuando sua reflexão, Dom Luís enfatizou que a 2ª. leitura aponta para a meta final do rebanho que segue o Bom Pastor: ser acolhido pelo Cordeiro imolado e ser conduzido às fontes da água da vida. Aos jovens crismandos, neste dia tão especial em que toda a Igreja é convidada a rezar pelas vocações, Dom Luís falou do compromisso que estes jovens devem assumir como Igreja viva, participando ativamente da comunidade e engajando-se com generosidade nos diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Na conclusão das preces da assembleia, Dom Luís convidou todos os presentes a rezarem juntos a oração do Papa Francisco pelas vocações. Os Padres Vocacionistas da Comunidade, Pe. José Carlos e Pe. Carlos Valério, concelebraram com o Arcebispo. Grande era o número de fiéis presentes que acorreram à celebração, deixando a Igreja superlotada. A Santa Missa foi muito bem preparada pelas equipes de liturgia, catequistas e outros grupos da Paróquia e bem participada por toda a assembleia.

 

Dias 6 a 15 - DOM LUÍS PARTICIPA DA 54ª. ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB, APARECIDA - SP


O Episcopado brasileiro esteve reunido em Aparecida (SP) para a celebração da 54ª. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que tradicionalmente acontece a partir da 2ª. Semana da Páscoa. Este evento reuniu mais de 300 bispos entre os dias 6 e 15 de abril. O Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, participou pela 16ª vez dessa Assembleia anual. A Assembleia dos Bispos, iluminada pelo tema geral “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”, procurou refletir sobre o papel importante do leigo e de sua grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Além do tema central sobre a importância do laicato, a agenda da Assembleia foi preenchida com outros temas prioritários e de grande relevância, a saber: a “Liturgia na Vida da Igreja”, a 14ª. Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos e a “Exortação da Família”, a conjuntura político-social, a mensagem “Pensando o Brasil”, a migração religiosa e as mudanças do quadro religioso no país e o dízimo. Outros assuntos também entraram em pauta. A Assembleia é um momento privilegiado de comunhão e de renovação da vida fraterna dos bispos que, em sinal de colegialidade e representando as Igrejas Particulares, desejam refletir a realidade e buscar meios eficazes de como anunciar o Evangelho em uma sociedade fragmentada. Dom Luís voltou a Conquista muito satisfeito com o clima de serenidade que marcou os trabalhos da Assembleia nestes 10 dias de encontro e com os resultados colhidos.

Dia 5 - BISPOS DA PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE VITÓRIA DA CONQUISTA EMITEM NOTA SOBRE AS ELEIÇÕES 2016


Os Bispos da Província Eclesiástica de Vitória da Conquista: Dom Luís Pepeu (Arcebispo de Vitória da Conquista), Dom João Cardoso (Bispo de Bom Jesus da Lapa), Pe. Gilvan Pereira (Administrador Diocesano de Caetité), Dom José Ruy (Bispo de Jequié) e Dom Armando Bucciol (Bispo de Livramento de Nossa Senhora), reuniram-se neste dia 5, antes do início da Assembleia Geral, para refletir sobre o nevrálgico tema do ano eleitoral em vista das próximas eleições municipais, momento este de grande importância para os destinos dos municípios brasileiros que escolherão novos prefeitos e vereadores. Como fruto deste encontro, foi elaborada uma carta com orientações pastorais para este ano eleitoral de 2016. Segue a Nota dos senhores Bispos na íntegra:

Dia 3 - COM A ANIMAÇÃO DO VICARIATO SÃO LUCAS, DOM LUÍS PRESIDE A SANTA MISSA NO DOMINGO DA MISERICÓRDIA


Neste 2º. Domingo da Páscoa, dia em que a Igreja celebra a eterna Misericórdia Divina, o Vicariato São Lucas, seguindo as indicações do Plano Arquidiocesano de Pastoral para o Ano Santo da Misericórdia, organizou uma solene celebração do Domingo da Misericórdia. Às 4 horas da tarde, Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia no espaço de eventos do Parque de Exposições Teopompo de Almeida, Vitória da Conquista, contando com a presença de cerca de 5 mil pessoas, vindas das diversas comunidades e paróquias do Vicariato São Lucas, bem como seguidores de grupos de espiritualidade da Divina Misericórdia. Concelebraram com o Arcebispo alguns padres do Vicariato: Pe. Gerson, Vigário Regional, Pe. Edmilson, Pe. Manoel e Frei Gilson. Estiveram na diaconia da celebração, os diáconos permanentes Luciano e Zezzinho. Também participaram da celebração algumas religiosas, seminaristas e vocacionados, além dos muitos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão e coroinhas. Na saudação inicial, Dom Luís destacou que a celebração deste Domingo é como que o coração do Ano Santo da Misericórdia e, através da mesma, todos, sentindo-se acolhidos pelo próprio Pai misericordioso, são chamados a louvar a Deus por sua infinita misericórdia. Em sua homilia, Dom Luís recordou que a celebração da Divina Misericórdia no contexto do 2º. Domingo da Páscoa é uma festa litúrgica que foi instituída por São João Paulo II na celebração do Grande Jubileu de 2000, aurora do Terceiro Milênio, dedicado à celebração da misericórdia de Deus e o perdão. Destacou que a misericórdia de Deus, manifestada ao mundo por meio de Jesus Cristo, acompanha toda a peregrinação terrena do homem até seu encontro definitivo com o Cristo glorificado, Senhor e Juiz da história, um juiz compassivo, clemente e misericordioso. Refletindo sobre as leituras próprias da celebração, Dom Luís destacou o papel da Comunidade Cristã como espaço privilegiado do encontro com o Ressuscitado, acentuando que o cristão, regenerado pelo batismo, assume a condição de uma nova criatura. Por fim, sempre em sintonia com a liturgia, Dom Luís ressaltou que a graça deste ano jubilar reside, sobretudo, na possibilidade de uma preparação para celebrar a misericórdia de Deus durante toda a vida. Este, no entanto, é um tempo favorável para tratar as feridas, assumindo a realidade do pecado que fere o coração, possibilitando a todos o caminho do perdão e da reconciliação, sem perder a esperança da misericórdia divina, a fim de não se desertar do caminho da vida. Concluindo sua sábia reflexão, invocou a proteção da Virgem Maria, a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja, a Mãe de Misericórdia, para que nunca se canse de volver à humanidade os seus olhos misericordiosos, fazendo com que homens e mulheres se tornem dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus. A celebração Eucarística, preparada com muito zelo e em espírito de comunhão eclesial, foi verdadeiramente uma grande demonstração de fé. Os milhares de fiéis presentes deram um belo testemunho de uma Comunidade cristã viva, orante e celebrativa, aberta a transmitir ao mundo a paz do Ressuscitado, fruto do Amor e da Misericórdia de Deus. No final da celebração, muitos se avizinharam ao seu Pastor para dirigir-lhe os cumprimentos pela bela celebração. A todos, Dom Luís retribuía com uma saudação especial: ora com um aceno ou um aperto de mão, ora com um abraço paternal, ora com uma bênção especial, mantendo sempre o sorriso estampado em seu rosto sem sentir-se extenuado ou abatido pelo cansaço.

Dia 1º - ARCEBISPO CELEBROU, DIA 30, NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO E ABENÇOOU ALTAR E AMBÃO


Nessa Quarta-feira da Oitava de Páscoa (30 de março), às 19 horas, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São João Batista em Ribeirão do Largo (BA). A celebração foi motivada por dois acontecimentos significativos: em primeiro lugar, o agradecimento de Dom Luís a Padre Rogério pelo dedicado trabalho que ele realizou à frente da Comunidade Católica de Ribeirão do Largo ao longo de quase um ano. Padre Rogério, incardinado na Diocese de Nazaré (PE), veio realizar uma experiência pastoral - um período sabático -, na Arquidiocese de Conquista. De princípio, ele permaneceria até o mês de julho próximo, mas, por motivos familiares e pessoais, está antecipando sua volta para o início de abril, consequentemente, deixando a Arquidiocese. O segundo motivo foi a bênção do Altar-mor e do Ambão (Mesa da Palavra) construídos por Pe. Rogério na Igreja Matriz de São João Batista em Ribeirão. Os ribeirenses, tanto da cidade como representantes de todas as comunidades da Paróquia, que lotaram a Igreja Matriz, demonstraram um sentimento de profunda gratidão ao Pe. Rogério que, em um curto espaço de tempo, realizou grandes trabalhos na obra da evangelização e da catequese e por seu grande zelo na conservação do patrimônio da Igreja. O Arcebispo, na celebração eucarística, dirigiu palavras de agradecimento pelo trabalho de Pe. Rogério, trabalho este realizado com muita humildade e disponibilidade, com muito carinho e dedicação, não obstante os grandes desafios e obstáculos que, no silêncio, em espírito de abnegação e com grande força de vontade, pouco a pouco foram superados por ele. Dom Luís também dirigiu palavras de agradecimentos aos fiéis em geral que acolheram o Pe. Rogério, acompanhando-o com grande compreensão e sempre em espírito de colaboração. O Arcebispo, em sua homilia, sublinhou a importância do cultlivo da beleza nas Igrejas, afirmando que a Igreja nasce “bela”, pois nasce do coração daquele que na tradição é chamado de “o mais belo dos filhos dos homens” (cf. Sl 45). Por isso, o Espaço Litúrgico deve constituir-se em um ícone, refletindo a imagem da verdadeira Igreja, a bela Esposa do Cordeiro Imolado. Dom Luís, em base às Instruções Gerais do Missal Romano, falou da importância do Ambão e do Altar dentro do Espaço Litúrgico. O Ambão é a Mesa da Palavra, destacou Dom Luís. Por isso, cuide-se para que o Ambão não seja uma simples estante móvel, mas uma peça estável, distinta pela sua dignidade e apropriada à sua verdadeira função: a proclamação da Palavra, sobretudo, o Evangelho, ponto mais alto da Liturgia da Palavra. Dom Luís enfatizou que, por esta razão, o ambão deve refletir o Cristo presente pela sua “Palavra” e sua ligação explícita com o altar, ao qual deve-se atribuir o devido valor, infelizmente, tantas vezes negligenciado e até esquecido. Referindo-se ao Altar, Dom Luís frisou que ele, sendo a mesa do sacrifício e do banquete, onde é celebrado o memorial do Senhor, deve constituir-se na Igreja o centro da ação de graças. Além do mais, deve-se zelar pela dignidade do Altar, a mesa do Senhor. No Altar torna-se presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais. O Altar é o sinal do próprio Cristo, onde se dá a atualização dos mistérios salvadores. Por isso, o Altar torna-se o centro da assembleia dos fiéis, ao qual é devida a maior reverência. Nas palavras de Dom Luís, “o ritual da bênção do Ambão e do Altar, que vamos agora realizar, quer expressar e, ao mesmo tempo, valorizar toda esta grandeza e a dignidade destes dois centros do espaço litúrgico, integrados entre si”. No final da celebração, a Comunidade da Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo agradeceu a presença do Arcebispo em seu meio. Agradeceu também, já em clima de saudade, o precioso trabalho missionário realizado pelo Pe. Rogério.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA - Março Imprimir E-mail
Seg, 21 de Março de 2016 01:52

 

 

NOTÍCIAS DE MARÇO 2016

 

 

SEMANA SANTA

EM VITÓRIA DA CONQUISTA


A Semana Santa tem início no Domingo de Ramos até o Domingo de Páscoa ou da Ressurreição. Ela concentra os últimos acontecimentos da vida de Jesus, que começa com a sua entrada triunfal em Jerusalém, e prossegue com a celebração da Ceia com instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, prisão. condenação, crucificação, morte, sepultamento e a Ressurreição.


DOMINGO DA PÁSCOA

O grande Domingo! "Por isso, a Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras; é a festa das festas, solenidade das solenidades.

Dia 27 - Arcebispo celebra na igreja Catedral

Na noite deste Domingo de Páscoa (27), às 19 horas, Dom Luís presidiu na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias a Santa Missa da Ressurreição do Senhor. Destacou, em sua homilia, que a liturgia do domingo de Páscoa celebra a ressurreição do Senhor, lembrando que este grande acontecimento da História da Salvação, um mistério insondável da fé, é o exemplo concreto que garante aos cristãos a vida em plenitude como fruto de uma existência feita dom e colocada a serviço em favor do outro, especialmente, dos mais carentes e necessitados. A primeira leitura relata o testemunho de Pedro, apresentando o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, fez de sua vida uma total doação, entregando-se até a morte, e, por isso, Deus o ressuscitou. O Evangelho coloca o cristão diante de duas atitudes face à ressurreição. A primeira atitude é aquela do discípulo obstinado. Ele se recusa a aceitar a ressurreição. Na sua lógica, o amor total e a soação da vida nunca podem ser geradores de vida nova. A segunda atitude é aquela do “discípulo amado”, o discípulo ideal, o discípulo que ama e, por ser movido pelo amor, é capaz de entender o caminho e a proposta de Jesus. Este discípulo não se escandaliza nem se espanta pelo fato de que da cruz tenha nascido a vida plena, verdadeira. A segunda leitura é um convite aos cristãos que, revestidos de Cristo pelo batismo, continuem a sua caminhada de vida nova até à transformação plena. Dom Luís, havendo feito estas considerações sobre as leituras do dia, retoma alguns elementos da reflexão do Papa Francisco em sua mensagem para este dia de Páscoa transmitida a todos na Hora do Regina Coeli, oração mariana que substitui o Angelus no tempo pascal até a Festa de Pentecostes. Dom Luís, então, destacou que o Santo Padre, o Papa Francisco, recorda em sua mensagem de Páscoa que “Jesus Cristo, encarnação da misericórdia de Deus, por amor morreu na cruz e por amor ressuscitou”. Infelizmente o mundo de hoje ainda testemunha com profunda tristeza os imensos abismos espirituais e morais da humanidade gerados pelo ódio e pela morte e somente uma infinita misericórdia de Deus pode garantir a salvação. O Papa menciona a dolorosa situação da Síria, recordando que o Cristo ressuscitado indica caminhos de esperança. Recorda também outras tantas situações de conflitos em diversas nações, fazendo um veemente apelo pela paz. Lembra, por fim, os ataques terrorista que têm ceifado a vida de milhares de pessoas. Após a breve reflexão sobre as palavras do Papa, Dom Luís concluiu sua homilia, pedindo aos fiéis que continuassem a rezar pela situação de crise vivida pelo Brasil em todos os aspectos. Por fim, dom Luís renovou os votos de uma feliz e santa Páscoa, desejando a todos os fiéis que, como o Discípulo Amado, buscassem fazer neste tempo de Páscoa a íntima experiência do encontro com o Ressuscitado, sentindo-se amados pelo Senhor e chamados à visão, da inteligência e da fé nesta terra e da glória no céu. Que todos, pela Páscoa e movidos pela alegria da ressurreição, possam ser missionários de Jesus enviados a anunciar a “Alegria do Evangelho” e a proclamar: “Felizes os misericordiosos!”

 

SÁBADO SANTO

À noite celebra-se a solene Vigília Pascal, cume do ano litúrgico. Inicia-se com a Celebração da Luz, Liturgia da Palavra, Liturgia Batismal, e concluindo com a Liturgia eucarística.

Dia 26 - Vigília Pascal iniciada fora da igreja Catedral

Liturgia da luz

Preparação e procissão do Círio

Proclamação do Precônio

Catecúmenos

Liturgia da Palavra

Liturgia Batismal com Crisma

Bênção da água

Procissão do Ressuscitado

Na noite deste Sábado Santo (26), às 19h30min, com a concentração do Povo de Deus na Praça Joaquim Correia, ao lado da Igreja Catedral, Dom Luís, os Padres da Paróquia da Catedral e o Diácono José Dias se reúnem com os fiéis para a celebração da Vigília Pascal, a Noite das noites, a mãe de todas as santas vigílias, quando a Igreja mantém-se em vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Nesta noite santa a luz do ressuscitado resplende no círio aceso que dissipa as trevas da noite. Dom Luís deu início à celebração da Vigília Pascal com a Liturgia da Luz, que consiste na bênção do Fogo Novo e na preparação do Círio Pascal. Aceso o Círio Pascal no Fogo Novo, seguiu-se em procissão até o interior da Catedral, que permanecia na escuridão. O Diác. José Dias tendo o Círio em suas mãos, proclamava solenemente; “Eis a Luz de Cristo”, ao que os fiéis respondiam “Demos graças a Deus”. Pouco a pouco, esta escuridão ia sendo quebrada com os fiéis acendendo suas velas. É uma simbologia muito profunda: o Lume Novo e o Círio simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, Luz do mundo. Quando todos já se encontravam acomodados no interior da Igreja, o Diác. José Dias fez, solenemente, a proclamação do Precônio Pascal, o canto de exultação da Igreja pela vitória de Cristo sobre as trevas do pecado e da morte. Terminada a Liturgia da Luz, deu-se início à segunda parte da celebração com a liturgia da Palavra. Foram proclamadas três leituras do Antigo Testamento, recordando as maravilhas de Deus na História da Salvação. Depois, com grande alegria, a assembleia entoou o Hino de Louvor. Em seguida, foram proclamadas as duas do Novo Testamento: a Epístola, uma leitura sobre o batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo, e o Evangelho, cujo texto foi uma narrativa da Ressurreição segundo Lucas. Na terceira parte da celebração, a Liturgia Batismal, Dom Luís fez a bênção da fonte batismal e conclamou a assembleia a fazer a renovação das promessas batismais. Neste momento, Dom Luís conferiu os dois primeiros Sacramentos da Iniciação Cristã, a saber, o Batismo e a Crisma a 20 adultos, devidamente preparados pelo catecumenato, uma catequese de adultos ao longo de um ano, e já apresentados à Comunidade Paroquial. Estes adultos também, no momento da comunhão, realizaram a 1ª. Eucaristia, recebendo das mãos do Arcebispo a comunhão, completando, assim, o ciclo dos Sacramentos da Iniciação Cristã. A Liturgia Batismal foi um momento muito expressivo e profundamente vivenciado pelos fiéis. Dom Luís, referindo-se ao sentido da Ressurreição de Cristo, lembra que ela é o fundamento da fé cristã, é fundamento da esperança na própria ressurreição futura. Recorda também que a Páscoa não é apenas a comemoração de um fato passado, mas consiste em um novo apelo de Deus ao cristão que deve revestir-se do homem novo e ressurgir para uma vida nova na graça e na santidade. Por fim, a Luz de Cristo deve ser levada a todas as pessoas, sobretudo, aos que se encontram afastados ou distantes de sua Igreja, ou mesmo que se encontram perdidos em meio às trevas, para que todos possam celebrar o esplendor admirável desta Luz que dissipa as trevas. A celebração foi admirada pela grande multidão de fiéis que ocupava todos os espaços da Catedral, tornando-a pequena para acolher tanta gente. No final da celebração, Dom Luís despediu a multidão com os votos de uma Feliz e Santa Páscoa. Os presentes também manifestaram entre si suas alegrias e os augúrios de uma Páscoa abençoada. Foi um momento celebrativo e de grande confraternização entre as pessoas.

 

SEXTA-FEIRA SANTA OU DA PAIXÃO

Hoje a Igreja celebra solene Ação Litúrgica constando de: leitura da Paixão, Orações solenes, Adoração da cruz, Comunhão.

Via Sacra até o cruzeiro na Serra do Periperi

 

No amanhecer da Sexta-Feira Santa (25), ao romper d’alva, o povo, animado por cantos penitenciais e orações, já começava a se aglomerar na praça Sá Barreto ao lado do antigo Colégio Diocesano. Às 6 horas da manhã, com a presença de todos os Párocos, Vigários Paroquiais e outros colaboradores do Vicariato São Lucas, Diáconos, Religiosas e Seminaristas, em meio à grande multidão de fiéis, Dom Luís fez a oração inicial da caminhada penitencial em direção ao Cruzeiro, convidando os presentes à caminhada em atitude de fé e de silêncio orante. Esta é uma tradicional caminhada da Sexta-Feira Santa, que vem acontecendo a cada ano sempre com um número maior de fiéis, tornando-se, assim, parte integrante do calendário religioso de Conquista. Trata-se de uma profunda demonstração de fé e de piedade do povo cristão. Na frente da multidão, o percurso a ser caminhado traçava-se em uma escalada íngreme, não obstante, não seria este um obstáculo a ponto de provocar qualquer desistência ou desânimo para aquela fervorosa massa de fiéis. Durante a caminhada, que durou cerca de duas horas, as paróquias da cidade, representadas pelos seus párocos e lideranças leigas e os movimentos do setor juventude, pastoral familiar, pastorais sociais e grupos “Terço dos Homens”, fizeram o exercício da Via-Sacra, contemplando as quatorze estações que lembram a caminhada de Jesus carregando a cruz até o Monte Calvário em sintonia com as reflexões da Campanha da Fraternidade 2016 proposta pela CNBB. No Alto do Cruzeiro, Dom Luís dirigiu uma mensagem ao Povo de Deus que ocupava todo o espaço da esplanada, lembrando que a Sexta-Feira Santa é marcada pelo clima do silêncio interior e pelo despojamento. O cristão é convocado a interiorizar em seu coração e a meditar sobre este profundo mistério: a doação plena de Jesus pela paixão e morte de Cruz. Deve ser este, por excelência, um dia de penitência, de jejum e de oração, um dia do silêncio. No final, Dom Luís convocou a multidão de fiéis a rezar em uníssono coro, a Oração da Campanha da Fraternidade e despediu o povo com uma bênção e os votos de uma feliz e santa Páscoa.

 

Dia 25 - Ação Litúrgica na Catedral às 15h

 

Dia 25 - DOM LUÍS PRESIDE NA CATEDRAL A AÇÃO LITÚRGICA DA PAIXÃO DO SENHOR

Nesta Sexta-Feira Santa (25), às 15 horas, lembrando a morte consumada do Senhor Jesus e a espernça da ressurreição, o mistério da Páscoa, Dom Luís presidiu a Ação Litúrgica da Paixão do Senhor na Igreja Catedral. Segundo uma tradição antiquíssima, neste dia a Igreja não celebra a Missa (Eucaristia), mas uma Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, que consta de três partes: liturgia da palavra, adoração da cruz e sagrada comunhão. A liturgia celebrada, marcada pelo clima de silêncio e pelo despojamento, fala por si mesma, não necessitando de muitas palavras. A Igreja é convidada, dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, a reviver o mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, acolhendo a Palavra de Deus como testemunho da verdade que liberta e que confere um sentido totalmente novo ao absurdo da morte de um inocente. A cruz, antes punição maior para os escravos revoltosos, torna-se a Árvore da Vida. Dom Luís, em suas breves palavras, ressalta que o “Servo” apresentado pelo profeta Isaías, desfigurado pela dor e sofrimento, realiza a sua missão de resgate. Mais ainda, o sacrifício de sua vida é consequência da missão como prática da solidariedade. A segunda leitura vai reforçar esta ideia, mostrando Jesus não apenas como o “Homem das dores”, mas solidário ao homem, em virtude da natureza humana que assumiu. Com a Paixão segundo o Evangelho de João, a Igreja contempla o mistério do Crucificado, o mistério da cruz de Cristo, como uma solene liturgia. A cruz é o sinal do cristãoo porque é fonte de vida e de libertação total, sinal do amor de Deus à humanidade por meio de Jesus Cristo. Após a celebração da Ceia do Senhor (Quinta-Feira Santa), toda a adoração se orienta para a Cruz. A veneração à cruz expressa o gesto de amor Àquele que “se entregou e se fez obediente até a morte e morte de cruz”. Igualmente, a Igreja é convocada a olhar para todos os que ainda hoje, no mundo, continuam a ser perseguidos, humilhados e crucificados injustamente. No final da Ação Litúrgica, o Arcebispo Dom Luís, o pároco da Catedral Mons. Uilton e os vigários paroquiais, Pe. Tobias e Pe. Severino, o Diác. José Dias, ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, coroinhas e os fiéis reunidos em grande multidão acompanharam a procissão do Senhor Morto pelas ruas circunvizinhas da Igreja Catedral.

 

QUINTA-FEIRA SANTA

A Igreja celebra a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Jesus antes de iniciar a ceia pascal lavou os pés de seus discípulos. Também nessa celebração proclama-se o mandamento do amor fraterno.

Dia 24 - Celebração na igreja Catedral:

 

 

 

Na noite desta Quinta-Feira Santa (24), Dom Luís presidiu a Santa Missa da Ceia do Senhor na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias, em Conquista. Nas palavras da saudação inicial do Arcebispo, a Igreja está iniciando, com esta solene celebração, o Tríduo Pascal que, em seu conjunto, constitui a grande celebração da Páscoa, memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus. Sublinhou também que a Semana Santa deste ano está inserida no contexto do Ano Santo da Misericórdia. Na homilia, Dom Luís recordou que a Liturgia da Quinta-Feira Santa tem sua centralidade no tema do “Amor” e desdobra-se em vários aspectos celebrativos: a cerimônia do lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz alimento, dando seu corpo e sangue, como manifestação profunda e suprema do seu amor pela humanidade. Eucaristia, sacerdócio e lava-pés constituem uma única realidade que quer expressar a missão de serviço de toda a Igreja. A Quinta-Feira Santa é um convite a toda a Igreja para renovar a virtude da Caridade, o mandamento do Amor. Trata-se de uma dimensão de serviço, uma opção pelo próximo, o mais carente, o mais pobre. A vivência do mandamento do Amor não se limita às boas intenções, mas deve ser traduzida em boas obras, em ação concreta, solidária e de misericórdia, ação eficaz no alívio das dores e do sofrimento do outro. Após a homilia, Dom Luís procedeu com a cerimônia do Lava-pés. Aqui, recordou ele, não se trata de uma simples repetição, quase como que uma teatralização em caricatura, do gesto de humildade e de serviço de Jesus. A cerimônia do Lava-pés quer por em evidência que a Eucaristia, Amor maior, deve prolongar-se no quotidiano em atitudes e gestos de amor fraterno, tornando-se próximo do outro, o irmão necessitado, os que vivem nas “periferias existenciais”, os empobrecidos. A experiência do lava-pés, gesto extremamente misterioso em sua extrema simplicidade, quer lembrar o mandato de Jesus: “Eu, Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros”. Aplicando na prática este mandato de Jesus, Dom Luís, na cerimônia do Lava-pés, realiza o gesto com o primeiro discípulo e, em seguida, aquele é convidado a lavar os pés do discípulo que está a seu lado. Na busca de atualizar o gesto de Jesus sem incorrer no risco do mero teatro, este modo é bastante expressivo e oferece o verdadeiro significado do lava-pés como exemplo a ser seguido por cada cristão. A celebração da Missa da Ceia do Senhor contou com a presença de Mons. Uilton, Pároco da Catedral, e dos Vigários Paroquiais, Pe. Tobias e Pe. Severino, além da diaconia de José Dias, Diácono Permanente. A presença de uma grande multidão fez com que a Igreja ficasse com seus espaços completamente ocupados. Após a oração da comunhão, Dom Luís, depondo a casula e recebendo o pluvial e o véu de ombro, incensa o Santíssimo Sacramento e, em seguida, acompanhado dos concelebrantes, ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, coroinhas e os fiéis, fez o traslado, em procissão, para a Capela da Reposição, onde ficará até o dia seguinte (Sexta-Feira Santa), para a “Comunhão dos Pressantificados” dos fiéis que participarão da Ação Litúrgica da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma vez que naquele dia a Igreja por tradição não celebra a Santa Missa.

 

Dia 22 - ARCEBISPO DE VITÓRIA DA CONQUISTA DOM LUÍS PEPEU PRESIDE MISSA DA UNIDADE

Procissão de entrada

 

Participação dos Fiéis

Concelebrantes

 

 

Bênção dos Santos Óleos e Consagração do Crisma

 

Pela manhã - Reflexão com o Clero

Nesta terça-feira da Semana Santa (22), a Arquidiocese de Vitória da Conquista realizou a Missa da Unidade, reunindo o Arcebispo Dom Luís com todo o Clero - presbíteros e diáconos -, religiosos e religiosas, seminaristas, leigos e leigas representantes de todas as paróquias e comunidades da Arquidiocese. A celebração aconteceu na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Maiquinique (BA), reunindo uma grande multidão de fiéis do próprio município, bem como diversas caravanas vindas das demais paróquias que compõem a Arquidiocese. Foi uma belíssima celebração organizada pela Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, tendo à frente o Pe. Reinaldo com seu jeito simples, fraterno, sua grande disponibilidade e o coração aberto. Ele convocou toda a paróquia e, em primeira pessoa, sem medir esforços, arregaçou as mangas para o trabalho. Contou com a generosa colaboração das famílias maiquiniquenses, incluindo as diversas pastorais e movimentos, grupos e setores da paróquia, não menosprezando a presença ativa, o dinamismo e a dedicação das crianças e da juventude local. Como de praxe, o Arcebispo reuniu o clero na parte da manhã para um momento de oração e de meditação, um exercício espiritual em sintonia com o clima da celebração da Missa da Unidade. Dom Luís, com grande sabedoria e muita serenidade, falou sobre o tema do Ano Santo: A porta da Misericórdia - Reflexões sobre o Jubileu da Misericórdia. Em suas reflexões, ressaltou que este tema é muito caro ao Papa Francisco, lembrando ainda que a misericórdia é a palavra chave do seu pontificado, motivo condutor de seus discursos, homilias e gestos. Dom Luís fez uma síntese do sentido do termo “misericórdia”, recorrendo às raízes da palavra e evidenciando as muitas atitudes de Jesus sempre movidas pela compaixão, o amor misericordioso, que revela o rosto do Pai. Ao final de suas meditações, Dom Luís lembrou com ênfase que o princípio que deve motivar a vida e a missão da Igreja, chamada a assemelhar-se sempre mais ao próprio Mestre, é a misericórdia. Colocar a misericórdia de Deus no centro da vida, este é o forte convite lançado à Igreja, em especial, ao padre no exercício de seu ministério: ter um coração sensível, aberto, para acolher a todos, uma Igreja que se encontra com o sofrimento humano, que faz o caminho dos feridos, assumindo realmente o rosto de Jesus, uma Igreja solidária e em saída. Já ao cair da tarde, com os raios do sol descendo sobre os montes e perdendo suas forças, embora incidindo sua luz ainda forte nos rostos dos milhares de fiéis aglomerados no espaço previamente preparado, deu-se início à Celebração da Santa Eucaristia - a Missa da Unidade. Em sua saudação inicial, o Arcebispo dirigiu uma palavra fraterna aos irmãos no sacerdócio e, antecipadamente, os agradecimentos ao Padre Reinaldo pela acolhida. Na homilia, Dom Luís ressaltou a tríplice realidade da celebração: a unidade e a comunhão da Igreja diocesana; a bênção dos óleos para o batismo e para a unção dos enfermos e a consagração do óleo do Crisma; e a renovação das promessas sacerdotais pelos padres. Pontuou Dom Luís, a Missa do Crisma, ou Missa da Unidade, quer de fato por em evidência a unidade da Igreja particular, onde o Bispo, como Pastor, juntamente com o seu presbitério (os padres e os diáconos) e os fiéis participam juntos da Celebração Eucarística, em sinal de plena comunhão. No final da celebração, membros das diversas comunidades paroquiais, juntamente com seus respectivos párocos, receberam das mãos de crianças os santos óleos que serão utilizados nas paróquias durante todo o ano nos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. Nos agradecimentos finais, Dom Luís pediu encarecidamente aos fiéis que rezassem pelos padres. Enfim, depois de uma vez mais ter agradecido o árduo e não menos precioso trabalho de organização do Pe. Reinaldo e a acolhida generosa do povo maiquiniquense, Dom Luís anunciou o nome da paróquia que assumirá a realização da Missa da Unidade no próximo ano: Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista.

 

Dia 20 - DOM LUIS PEPEU PRESIDE NA CATEDRAL A CELEBRAÇÃO DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

Na manhã deste domingo (20), na Igreja Catedral, Dom Luís presidiu a Santa Missa do Domingo de Ramos, ato litúrgico que inaugura as celebrações da Semana Santa. O início da celebração aconteceu na praça Joaquim Correia, ao lado da Catedral, onde estava reunida uma grande multidão de fiéis com os ramos em mãos para relembrar a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado e recebido com gritos de hozana e com ramos de oliveira, antes da sua paixão, morte e ressurreição. Após a habitual saudação, o Arcebispo procedeu com a oração da bênção dos ramos. Em seguida, o diácono fez a solene proclamação do Evangelho. Depois, os fiéis, agitando os ramos, louvando e cantando, sairam em procissão até o interior da Catedral. Todos acomodados, a celebração prosseguiu com a oração do dia e a liturgia da palavra. Na homilia, Dom Luís ressaltou que a liturgia deste Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor é um convite ao cristão a abrir o coração e a contemplar esse Deus que, por amor, veio ao encontro da humanidade, fazendo-se servo de todos, doando a própria vida para destruir o egoismo e o pecado. A paixão e morte de Jesus proclamadas na liturgia deste domingo é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens do egoismo e da escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, amor que se faz dom total. Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com os tantos crucificados de hoje: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade. Neste Ano Santo da Misericórdia, o Papa Francisco convida a Igreja a celebrar a Semana Santa e o Tempo pascal contemplando a imagem do Pai misericordioso que salvou e continua a salvar. A Santa Missa de Ramos, presidida pelo Arcebispo, foi concelebrada pelo Mons. Uilton Pereira, Vigário Geral e pároco da Catedral. Também concelebraram Pe. Tobias e Pe. Severino, vigários paroquiais da Catedral, e o Pe. Mairton Marques, vindo da Diocese de Afogados da Ingazeira - PE. A Igreja Catedral tornou-se muito pequena para acolher a multidão de fiéis nesta grande demonstração de fé, permanecendo muitos deles nas imediações do Templo.


Dia 18 - ARCEBISPO CELEBRA ÚLTIMA NOITE DO NOVENÁRIO EM HONRA A SÃO JOSÉ EM ITAPETINGA


Na noite desta sexta-feira (20), Dom Luís Pepeu celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia São José, em Itapetinga, no encerramento do Novenário em preparação à Festa do excelso Padroeiro, o Glorioso São José. Este ano, a Festa da Paróquia São José, celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia, teve como tema central: “Lembra-te, Senhor, da tua misericórdia e do teu amor”. Em estreita ligação com o convite do Ano Santo de rever e concretizar as obras de misericórdia, o novenário da festa de São José deste ano ofereceu em suas pregações abundantes indicações para a acolhida e a prática da misericórdia. Com o tema “Misericórdia é devolver a vista a quem vive curvado em si mesmo”, Dom Luís, em sua homilia, destacou a figura de São José como grande testemunha e praticante da misericórdia, sendo um exemplo vivo para o povo em suas devoções. Seguindo as indicações da liturgia diária, Dom Luís fez referência às lelituras da Palavra de Deus, mostrando que a vida do profeta Jeremias, vida atormentada e sofredora, remete à paixão e morte de Jesus, que cumpre a missão profética de revelar ao mundo a imagem verdadeira de Deus Pai, sendo, por isso, contestado, ridicularizado e humilhado. Dom Luís recorda também que a grande verdade da Igreja é o amor de Cristo, em sua expressão mais profunda e mais concreta que é o perdão, a doação de si mesmo. É deste amor que a Igreja faz-se serva e mediadora junto à humanidade, tornado presente e palpável a misericórdia de Deus. Abordando o tema proposto, Dom Luís ressaltou que o cristão deve procurar praticar as obras de misericórdia espirituais e corporais como realização da missão de Jesus, levando uma palavra e um gesto de consolação aos pobres, anunciando a libertação a quantos são prisioneiros das novas formas de escravidão da sociedade e habitam nas mais variadas “periferias existenciais” do mundo contemporâneo. É preciso ter um olhar de atenção voltado à realidade e ser solidário com as tantas situações de precariedade, de solidão, de dor, de luto e de angústia. Perceber as tantas feridas que devem ser lavadas, cuidadas, enfaixadas. Concluiu Dom Luís sua homilia lembrando que o Jubileu é ano de intensa alegria, mas também é tempo de conversão, voltar para Deus, sentir-se acolhido em seus braços. Além da presença do pároco Pe. Rosenildo, esta última noite do novenário contou com a presença de uma grande multidão, devotos e devotas de São José. A liturgia foi muito bem preparada e contou com a organização do “Terço dos Homens” e da OFS (Ordem Franciscana Secular).


Dias 12 e 13 - DOM LUÍS PARTICIPA DE ENCONTRO VOCACIONAL DA ARQUIDIOCESE E PRESIDE A SANTA MISSA


A Pastoral Vocacional Arquidiocesana, sob a coordenação do Promotor Vocacional Pe. Nilson Laurêncio, promove seu primeiro encontro vocacional neste ano. O Encontro está acontecendo no Seminário Propedêutico da Arquidiocese, em Itapetinga - BA, e recebe a visita do Arcebispo Dom Luís. Nste primeiro encontro, estão participando 8 jovens candidados, provenientes de várias paróquias da Arquidiocese. Serão dois dias de convivência intensa, com momentos dedicados à oração, estudos e reflexões, onde os jovens terão a oportunidade de aprofundar o sentido da Vocação Sacerdotal como um Chamado de Deus no seguimento às pegadas de Jesus Cristo. Através destes encontros vocacionais, os jovens vão sendo ajudados na descoberta e no discernimento da verdadeira vocação em vista de uma resposta mais madura e mais consciente. Nesta fase de simpatia e de conhecimento, eles também terão espaço para falar de seus sonhos e esperanças, de partilhar suas inquietações. Alguns seminaristas do Seminário Filosófico da Arquidiocese estiveram presentes e colaboram com Pe. Nilson na condução da animação do Encontro. No domingo (13), o Arcebispo Dom Luís esteve no local do Encontro e celebrou a Santa Missa. Ele dirigiu uma palavra de encorajamento aos jovens candidatos, lembrando-lhes que a iniciativa da Vocação é sempre de Deus. Ao homem, cabe a livre decisão de acolher ou não este chamado. Ao “Sim”, numa atitude de abertura generosa ao chamado de Deus, o jovem deve acrescentar toda a sua confiança, colocando-se nas mãos de Deus, deixando-se seduzir por Ele e ser moldado em suas mãos como o barro na mão do oleiro. O jovem não deve ter medo desta descoberta, não deve ter medo de desbravar caminhos novos em busca da realização plena de seus projetos e sonhos. Acolher o chamado de Deus é colocar-se a caminho, indo ao encontro de Jesus para partilhar a convivência com Ele. Dom Luís exortou, enfim, os jovens a serem perseverantes nesta fase de descoberta e de discernimento da vocação, entregando-se em constante vida de oração numa profunda experiência de intimidade com Cristo.

 

Dia 9 - ARCEBISPO PRESIDE A CELEBRAÇÃO DOS 30 ANOS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS


Nesta quarta-feira (9), às 7h30min da noite, Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia em ação de graças pelo Jubileu de 30 anos da criação e instalação da Paróquia Nossa Senhora das Candeias em Vitória da Conquista. No início da celebração, ele dirigiu uma saudação a todos os presentes, lembrando que aquele era um momento muito especial, momento de ação de graças para a Comunidade Paroquial das Candeias que estava celebrando 30 anos de caminhada de ação pastoral e de animação missionária. Lembrou ainda que entre os presentes, certamente muitos viram aquela Paróquia nascer e acompanharam de perto seus passos até hoje. Muitos outros doaram suas vidas com grande generosidade e sem medir esforços na construção desta bela história de três décadas. Lembrou e agradeceu a passagem dos diversos padres que estiveram à frente dos trabalhos da Paróquia a partir do inesquecível e saudoso Monsenhor Bruno, primeiro pároco, até Pe. Alessandro, que está assumindo a atual administração da Paróquia. Na homilia, Dom Luís destacou a importância desta celebração jubilar como momento propício para elevar a Deus o hino de louvor e de ação de graças pela missão pastoral da Comunidade Paroquial e pela caminhada vivida ao longo destas três décadas, reconhecendo que tudo é dom de Deus, Senhor da vida e da história. Lembrou também que a caminhada pastoral ou a história missionária da Paróquia é fruto do amor e da graça de Deus. Dom Luís ressaltou que, no contexto do Ano da Misericórdia, toda a comunidade paroquial, com o seu pastor e colaboradores, é chamada a dar continuidade à caminhada de louvor e de ação de graças com um olhar de gratidão voltado para o passado e um olhar de confiança e de esperança em direção ao futuro. Exortou a comunidade a renovar o espírito missionário, indo ao encontro do outro com renovado ardor, com entusiasmo. Lembrou ainda que a paróquia não é uma mera instituição, mas uma família, uma comunidade viva de fé, devendo crescer no amor fraterno e na solidariedade, uma comunidade unida pela fé e também pela caridade. Lembrando as palavras do Papa Francisco, Dom Luís ressaltou que a comunidade paroquial deve ser uma Igreja em saída, uma Igreja que vai ao encontro, uma Igreja que acolhe como mãe misericordiosa. Além do Pároco Pe. Alessandro e de Frei Dimas, que concelebraram com o Arcebispo, a celebração contou também com a diaconia dos diáconos permanentes José Antônio (diác. Zezzinho) e Raul Ângelo e com a presença de muitos fiéis, tanto da sede da paróquia, como também das diversas comunidades rurais. A liturgia foi preparada com muito esmero, contando com a participação ativa e fervorosa dos fiéis, conferindo à celebração um tom especial de beleza e de solenidade. No final, o pároco Pe. Alessandro agradeceu a presença e o trabalho de todos, lembrando que a celebração do jubileu da paróquia é uma festa de todos os paroquianos. Após a bênção final, Dom Luís acolheu paternalmente a saudação calorosa dos fiéis que lhe foram ao seu encontro.

Dias 1 e 2 - ARCEBISPO PARTICIPA DA ASSEMBLEIA DO CONSER NE-3 DA CNBB



Na manhã desta terça-feira, 1º. de março, os Bispos do Regional Nordeste 3 deram continuidade às atividades da Assembleia do Conselho Episcopal Regional - CONSER, iniciadas na noite de ontem. Além dos bispos das (Arqui)dioceses e dos Administradores Diocesanos de Amargosa e Caetité, participaram do encontro por um momento os Coordenadores de Pastoral de cada diocese. Na primeira parte da manhã, Dom Giovanni Crippa, Bispo Diocesano de Estância - SE, dirigiu os trabalhos da Assembleia com uma reflexão sobre o Ano Santo da Misericórdia. Em seguida à reflexão, abriu espaço para uma partilha entre os participantes sobre os acontecimentos e as experiências do Ano da Misericórdia nas diversas Dioceses e Arquidioceses do Regional. Na segunda parte da manhã, o Secretário do Regional Nordeste 3, Dom Gilson Andrade da Silva, recordou aos participantes as linhas de ação definidas na 53ª. Assembleia Regional de Pastoral. Em seguida, Dom João Costa, Vice Presidente do Regional, conduziu os trabalhos sobre as experiências dos Planos (Arqui)Diocesanos de Pastoral. Houve também um breve momento de partilha feito pelos Coordenadores de Pastoral sobre o processo de construção do plano de pastoral em vista da próxima Assembleia de Pastoral do Regional, que acontecerá em agosto próximo. A condução destes trabalhos ocupou também a primeira parte da tarde. Cumprindo o cronograma de atividades, os Bispos realizaram duas privativas conduzidas pelo Presidente do Regional, Dom Petrini. Marcaram também a programação destes dias de Assembleia temas ligados ao Tribunal Eclesiástico e Prestações de Contas CNBB e PDV, além de diversos momentos reservados às Comunicações. Ao longo do encontro, houve significativos momentos de celebração: Eucaristia e Liturgia das Horas.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA - Fev Imprimir E-mail
Ter, 15 de Março de 2016 11:29

 

2016

ANO SANTO DA MISERICÓRDIA

PORTA DA MISERICÓRDIA

Catedral de Vitória da Conquista - Bahia

 

NOTÍCIAS DE FEVEREIRO 2016

Dia 29 - O ARCEBISPO PARTICIPA DA ASSEMBLEIA DO CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL (CONSER), CNBB NE3


A partir desta segunda-feira (29) até a próxima quarta-feira, 2 de março, os Bispos do Regional Nordeste 3 estarão reunidos no Centro de Treinamento para Líderes (CTL), em Salvador, para a primeira Assembleia do Conselho Episcopal Regional - CONSER deste ano de 2016. A abertura dos trabalhos aconteceu nesta noite de segunda-feira com a apresentação da pauta feita pela Presidência do Regional. Participaram quase todos os Bispos que compõem o Regional Nordeste 3. Os Bispos do Regional demonstraram grande alegria pela presença do novo membro Frei Carlos Alberto Pereira Breis, OFM, nomeado pelo Papa Francisco como Bispo Coadjutor da Diocese de Juazeiro (BA), cuja publlicação aconteceu no dia 17 p.p. O Presidente do Regional Dom Petrini dirigiu uma calorosa saudação de boas-vindas, acolhendo-o fraternalmente no Colégio Episcopal.



Dias 26 a 28 - IRMÃS DA ORDEM DA ANUNCIAÇÃO PROMOVEM PRIMEIRO ENCONTRO VOCACIONAL NA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DA CONQUISTA


Neste final de semana, as monjas da Ordem da Anunciação presentes em Conquista (Irmã Olimpia e Irmã Cândida) promoveram o 1º. Encontro Vocacional, reunindo 15 jovens. Este encontro aconteceu no Seminário Propedêutico da Arquidiocese em Itapetinga - BA. Dom Luís tomou parte em alguns momentos significativos do Encontro. Ele esteve na abertura do Encontro, que aconteceu na noite da sexta-feira (26), com acolhimento e uma dinâmica de apresentação das jovens. No domingo (28), às 11 horas da manhã, celebrou a Santa Missa de Encerramento. As jovens são provenientes de algumas paróquias da Arquidiocese de Conquista: 4 jovens da Paróquia de Iguaí, 5 jovens da Paróquia de Ibicuí, 2 jovens da Paróquia de Encruzilhada, 3 jovens da Paróquia São José (Veredinha) e uma jovem da Paróquia da Catedral. Além destas, outras seis jovens, que não puderam participar deste primeiro encontro, manifestaram o desejo de conhecer a Comunidade das Monjas. As jovens se encontram na faixa etária de 15 a 20 anos e, inseridas no intenso processo de descoberta e de questionamentos próprios desta fase, estão buscando abrir caminhos nesta terra misteriosa da “Vocação” em resposta ao chamado. Durante estes dias, elas foram convidadas a fazer uma profunda experiência na descoberta do sentido da vida a partir da espiritualidade da Vocação: um chamado de Amor que necessita de uma resposta. Foi uma experiência bastante intensa para as jovens. Houve momentos fortes de reflexão, de oração e de meditação pessoal, momentos livres e de convivência para alimentar o entrosamento, momentos de silêncio na mística da vida contemplativa. Elas também puderam partilhar suas inquietações, falar livremente de seus sonhos e esperanças. Na Missa de encerramento, Dom Luís destacou a importância fundamental do encontro como uma etapa de conhecimento e de discernimento. Falou da vocação como um chamado amoroso de Deus. Nas palavras de Dom Luís, a iniciativa do chamado é sempre de Deus. Ele chama cada um pelo nome. No entanto, é preciso cultivar a vocação, deixar-se ser envolvido pelo Mistério da Encarnação e fazer a profunda experiência do “Amado”. Acolher generosamente o “Sim” é doar-se totalmente sem perder o encanto, é arriscar-se e lançar-se nas águas mais profundas. As monjas ficaram muito satisfeitas com o entusiasmo das jovens e estão muito animadas neste projeto de reavivamento da própria Ordem. Por sua vez, Dom Luís também tem se dedicado com grande empenho neste projeto imprescindível de “re-fundação”. Hoje, são duas monjas portuguesas. No Brasil, elas estiveram primeiramente na Diocese de São Carlos - SP em uma experiência de 10 anos. Findo este tempo, por incentivo e esforço de Dom Luís, em 2012 elas vieram para a Arquidiocese de Vitória da Conquista. Dom Luís assumiu para si este compromisso de “arregaçar as mangas” e trabalhar para a revitalização do Mosteiro da Anunciação. Para ele, seria um bem imenso e um precioso tesouro espiritual a presença de um Mosteiro de vida contemplativa na Arquidiocese. Quiçá esta primeira experiência venha a encontrar no coração destas jovens um terreno fértil para que a semente do Verbo lançada chegue a produzir frutos e elas, imitando a atitude de Maria, possam responder um “Sim”, humilde e generosamente, a toda a manifestação da Vontade de Deus.


Dia 24 - ARCEBISPO APRESENTA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016 EM SESSÃO ESPECIAL DA CÂMARA MUNICIPAL DE CONQUISTA


Na noite desta quarta-feira, a Câmara dos Vereadores de Vitória da Conquista realizou uma Sessão Especial para um debate aberto ao público sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2016: “Casa comum, nossa responsabilidade”. O Arcebispo Dom Luís, convidado a compor a Mesa, fez uma explanação do tema em pauta. Em sua alocução, Dom Luís lembrou com muita ênfase que o objetivo geral da CF é garantir o direito do saneamento básico para todas as pessoas. Acentuou que este objetivo da CF coloca em foco a relação intrínseca que há entre saneamento básico, desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para todos. Em relação ao tema “Casa comum, nossa responsabilidade”, ressaltou que o mesmo é uma inspiração tomada da Encíclica “Laudato sì”, do Papa Francisco, onde se encontra a emergência de uma “nova relação” com todos os seres vivos, que exige um compromisso de todas as pessoas no cuidado responsável e oblativo da “nossa casa comum”. Deve-se mudar o mundo não de fora, mas a partir do próprio indivíduo, uma mudança nos estilos de vida, vivendo a vocação de guardião da obra de Deus como parte essencial de uma existência virtuosa com um “cuidado generoso e cheio de ternura”. Colocando o acento no objetivo geral da CF, o Arcebispo chamou a atenção para a responsabilidade do poder público na execução do plano municipal de saneamento básico. Lembrou também a todos os presentes a responsabilidade de cada pessoa em salvaguardar o planeta a partir das coisas mais práticas: o cuidado com a água, a busca de soluções concretas para o problema do lixo, o combate ao mosquito Aedes aegypti (mosquito-da-dengue), que tem provocado muitos males às populações, sobretudo às mais pobres, dizimando vidas humanas com a consequência drástica das enfermidades como a dengue, a chikungunya e o vírus da zica, entre outras mais. Para enfrentar este gravíssimo problema, ressaltou o Arcebispo, é de fundamental importância a criação e instalação de políticas públicas que garantam a saúde de todos. Insistiu: não a saúde de alguns poucos, mas a saúde de todos. Contando com a presença de representantes das pastorais e movimentos da Arquidiocese, o Arcebispo destacou o importante papel das paróquias e das comunidades em cobrar das autoridades a execução de ações e gestos concretos de cuidado com a “Casa comum”. Dom Luís concluiu suas palavras com o convite aos presentes para juntos rezarem a oração do Pai-Nosso.



Dias 16 a 18 - COM A PRESENÇA DO ARCEBISPO, O CLERO DA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DA CONQUISTA REALIZA RETIRO ESPIRITUAL


Nesta primeira semana da Quaresma, Dom Luís e o Clero da Arquidiocese de Vitória da Conquista fazem o seu retiro espiritual, que acontece na Casa de Oração (CORA) da Diocese de Teófilo Otoni/MG. Esta Casa de Oração é um organismo diocesano, constituindo-se em verdadeiro espaço de espiritualidade, muito propício para a meditação. Os diversos ambientes da casa, dispostos em grande harmonia, exalam um profundo odor de espiritualidade, favorecendo aos que ali se encontram a procura da intimidade, o contacto consigo mesmo, com a vida, sendo, assim, um verdadeiro espaço de encontro pessoal com Deus. O silêncio reinante, quebrado apenas com os sons da natureza, é compatível com a verdadeira função da Casa de Oração: a meditação. Respirando este clima de espiritualidade, o clero, desde os momentos iniciais do retiro, orientado pelo pregador Dom Aloísio Vital, Bispo Diocesano de Teófilo Otoni, foi convidado a entrar, generosamente, no silêncio interior, saboreando a experiência espiritual de deixar-se possuir pelo mistério, dando-se por inteiro. Dom Aloísio conduziu as meditações com muita suavidade, leveza, simplicidade e grande sabedoria, proporcionando aos participantes uma profunda experiência de amizade com a pessoa de Jesus Cristo. Lembrou que o retiro é um tempo necessário de parada na caminhada do sacerdote. Não poucas vezes, distraído pelas atividades pastorais e administrativas de uma paróquia e preocupações outras da vida, o sacerdote necessita de um momento de silêncio para dar uma chance a si mesmo, para prestar atenção a si mesmo, deixando-se ser cuidado por Deus. Nas palavras de Dom Aloísio, o retiro é um tempo propício para ajuntar os pedaços que vão ficando para trás ao longo da caminhada e poder voltar ao quotidiano com mais inteireza e com a coragem de “re-inventar” a vida, abrindo novos caminhos. Os momentos altos do retiro foram as celebrações: a Eucaristia diária, Adoração e Celebração Penitencial, esta última incluindo a confissão individual dos padres. No final, Dom Luís Pepeu avaliou como muito positivo este retiro, considerando um tempo favorável e muito propício no início da caminhada quaresmal, constituindo-se em uma verdadeira ação da graça de Deus na vida dos padres, aquecendo seus corações. Os participantes, em número de 40 padres da Arquidiocese e o próprio Arcebispo, saíram muito fortalecidos e gratificados pela belíssima experiência de retiro e pela riqueza espiritual de Dom Aloísio. Como aconteceu aos discípulos de Emaús, quando reconheceram o Senhor ao partir o pão, os padres voltaram à missão em suas paróquias com grande alegria, quiçá se perguntando: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho...?”



Dia 14 - DOM LUÍS FAZ A ABERTURA OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016 NO VICARIATO SÃO LUCAS


Na manhã deste 1º. Domingo da Qauresma (14), às 8 horas, com a presidência do Arcebispo, o Vicariato São Lucas fez o lançamento da Campanha da Fraternidade 2016, que traz como tema: “Casa comum, nossa responsabilidade” e como lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24). A concentração aconteceu na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Estavam presentes os padres do Vicariato e uma grande multidão vinda das diversas Comunidades Paroquiais de Conquista. Dom Luís fez a saudação inicial, dirigindo-se ao povo de Deus e aos padres presentes. Em seguida, os jovens fizeram uma encenação ilustrando o objetivo geral da CF, que consiste em um clamor por políticas públicas e atitudes responsáveis para garantir a integridade da Casa Comum. Em seguida, o Bispo, Padres, Religiosos e Religiosas, seminaristas, coroinhas, ministros e o povo em geral saíram em caminhada para a Igreja Catedral para a celebração da Santa Missa. A Igreja ficou superlotada de fiéis. Muita gente teve que se acomodar nos arredores do templo por falta de espaço. Na homilia, Dom Luís destacou a importância da Quaresma no contexto do “Ano da Misericórdia” como um grande convite lançado a cada pessoa para refletir e fazer a experiência do amor misericordioso de Deus, renovando, através da Palavra proclamada e dos Sacramentos, o caminho de conversão e de santidade. A Palavra de Deus deste 1º. Domingo da caminhada quaresmal ajuda cada um a vivenciar o compromisso cristão, levando a repensar as próprias escolhas ou opções de vida tomando consciência das “tentações” que impedem a verdadeira conversão, a vida nova, a vida em Deus. No final da celebração, Dom Luís dirigiu algumas palavras sobre a importância da Campanha da Fraternidade dentro do Tempo da Quaresma, um organismo criado pela CNBB e que vem acontecendo no Brasil todos os anos desde 1964. Destacou que a CF não é um discurso etéreo, mas uma oportunidade para realizar ações concretas para melhorar a vida na comunidade. Padre Gerson, Vigário Regional do Vicariato São Lucas, leu a mensagem do Papa Francisco aos brasileiros por ocasião da Campanha da Fraternidade-2016. Em seguida, o Arcebispo convidou toda a assembleia a rezar a Oração da CF e, por fim, foi entoado o Hino Oficial.



Dia 10 - ARCEBISPO CELEBRA A MISSA DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS NA CATEDRAL


Nesta quarta-feira, dia 10, às 7h30min da manhã, abrindo solenemente o Tempo da Quaresma com o tradicional rito da bênção e imposição das Cinzas, Dom Luís presidiu a Santa Missa na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. A liturgia de abertura da caminhada quaresmal neste dia das Cinzas (Quarta-feira de Cinzas), símbolo de penitência e conversão, sugere a todos a prática do jejum, da oração e da esmola. A Catedral tornou-se muito pequena para acolher os fiéis que foram participar da celebração da Eucaristia e receber as cinzas como sinal de penitência diante do apelo de conversão e de mudança de vida, recordando a passageira fragilidade humana, sujeita à morte. Na homilia, Dom Luís, em suas sábias e inspiradas palavras, lembrou que a Quaresma é um tempo especial de preparação para a Páscoa, a ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, constituindo-se em fonte de esperança para o cristão. Recordou ainda que a Quaresma, neste ano, acontece dentro do contexto do “Ano da Misericórdia”, quando as pessoas de boa vontade são convidadas a refletir e a fazer a experiência do amor misericordioso de Deus para renovar o caminho de conversão e de santidade. Segundo o Papa Francisco, em sua Encíclica “Misericordiae Vultus” (n.2): “Precisamos sempre contemplar o mistério da misericórdia, fonte de alegria, serenidade e paz”. Esta “é condição da nossa salvação”. No Brasil, desde o ano de 1964, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil promove a Campanha da Fraternidade durante o período da Quaresma, cuja finalidade é vivenciar e assumir a dimensão comunitária e social deste tempo de penitência, motivando, assim, o gesto de solidariedade. Com isto, a cada ano a Igreja ajuda o cristão a viver sua experiência de missão, propondo-lhe uma realidade de redenção. A CF-2016 trata de um tema fundamental: “Casa comum, nossa responsabilidade”, focando principalmente o saneamento básico como um direito que deve ser garantido a todas as pessoas. E tem como lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24). O tema do cuidado da casa comum, em sintonia com a rica expressão do profeta Amós, constitui forte apelo de conversão. À luz da fé, a sociedade deve empenhar-se por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade desta “casa comum”, que vem sendo degradada, entre outros fatores, pela ganância desmedida, pela injustiça, e pela voracidade produtivista e consumista.

 
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